Orlin Culture Shop

Brian Edward Miller é um ilustrador norte-americano, o dono e artista por detrás da Orlin Culture Shop.

Learning to draw and learning to be an illustrator are two different things

B.Miller

Esboço inicial (Popshop Magazine)

Esboço inicial (Popshop Magazine)

City of Boulder

Spirit Magazine

Miller apresenta um estilo fortemente influenciado pela publicidade vintage, e demonstra a  sua maestria de desenho e definição de cores. Confesso que tenho uma ligeira preferência pelo trabalho efetuado para a Popshop Magazine. Sugere um artwork de um jogo, mas mais que um concept art, adoraria ver um jogo com este visual. Quem sabe não será um dos seus próximos projetos.

No site tem uma secção blog, onde Miller explica detalhadamente o processo de todos os projetos. Ficamos a perceber um pouco do método e disciplina de Miller, desde o inicio dos contatos, a fase concetual, rascunhos e artes finais. Neste mesmo blog,  Miller partilha dicas de ilustrador, vale a pena ler e perceber que tal como qualquer atividade, em especial artística, no fundo tudo se resume à velha máxima de “10% de inspiração, e 90% de transpiração”.

2013 LABELEXPO · TARSUS

“The Most Patient Bear”

Por fim, o próprio site convida à exploração. O sistema Parallax, centra-se nas próprias criações e a navegação em scroll torna a experiência aprazível e simples.

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20 coisas que aconteceram na Internet em 2012

 

O ilustrador parisiense Sebastien FERAUT, mais conhecido como Niark1 criou uma composição para sinalizar 20 acontecimentos  que ocorreram na internet durante 2012.

Spread across this picture (…) are references to 20 different events that happened on the internet in 2012. They range from big business deals to LOL-memes, with the annual nod to a deceased technology visionary and an obligatory rainbow (see 2011 and 2010). Your job is to identify all 20 things.

O trabalho está muito interessante. A maneira como ele  joga com o espaço e com metáforas visuais deixa-nos a olhar para que elementos representam de facto algum acontecimento. Niark1 é subtil na forma como  aborda os temas, não dando a informação gratuitamente. Em alguns casos é preciso pensar um pouco. Em todos é preciso ter estado atento ao que se passou em 2012 (na net não se esqueçam)!

Podem verificar aqui quais foram esses acontecimentos e como estão representados na ilustração.

RSAnimate: Changing education paradigms

 

É inevitável o material de qualidade (e também o contrário) com que nos deparamos dia a dia na internet! Desta feita, dei de caras com o seguinte video, que é um grande trabalho de comunicação multimédia por parte da RSA (Royal Society for the encouragement of Arts, Manufactures and Commerce), tanto na sua forma como no conteúdo.

Our vision is to be a powerful and innovative force.  Bringing together different disciplines and perspectives, we bring new ideas and urgent and provocative debates to a mass audience. We  work with partners to generate real progress in our chosen project areas, and through our 27,000 Fellows we want be seen as a source of capacity, commitment and insight in communities from the global to the local.

A forma como a ideia é transmitida é quase hipnótica, desde ao timbre aveludado da voz do narrador e a sua cadência rítmica, até às magníficas ilustrações que acompanham a verbalização da ideia. Estas ilustrações estão a cargo da mente artística e criativa de Andrew Park, fundador e diretor da CognitiveMedia.

After listening in to hundreds of inspiring RSA lectures, our events team carefully select a truly world-changing talk.  They then edit the podcast of that lecture down to a punchy ten minute audio segment, and send it off to Andrew Park to work his magic on the accompanying animated illustration.

Quanto ao conteúdo, de facto é uma visão clara sobre como as circunstâncias económicas e consequentemente o comportamento social forçam a mudança dos paradigmas educacionais. Atenção, que utilizei a palavra mudança e não evolução. Evolução pressupõe uma mudança para melhor, o que não é o caso. No video refere-se a preocupação desmesurada em fabricar ao invés de educar. A maior preocupação de impingir informação do que promover a espontaneidade. Estes fatores estão bem explicados na animação, reforçados com excelentes alegorias de Andrew Park. Vale mesmo a pena ver!