Jogos Indie

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Para os que estão menos familiarizados com a expressão, Indie Games são jogos desenvolvidos com pequenos orçamentos por pequenas equipas, por produtoras independentes (indie). As definições valem o que valem, mas este é um modo como eu próprio defino o que são Indie Games.

 À medida que o meu interesse académico em jogos aumenta, o meu gosto por jogos AAA diminui. Dou comigo a ter cada vez menos paciência por este tipo de jogos. Em contrapartida, o meu interesse por jogos Indie tem crescido a cada nova descoberta.

É a este nível que se tem notado uma maior inovação e contribuito artístico. Felizmente têm surgido com alguma regularidade grandes projetos de natureza Indie, tem aumentado os festivais sobre este tópico e têm havido um crescente aumento na investigação e  análise científica neste “género” de jogos.

Com isto, gostaria de deixar alguns links e recursos para quem como eu tem interesse nos jogos Indie:

1. the Indie Game Magazine, poderão consultar reviews de jogos, visualizar previews, inteirarem-se das novidades e fazer downloads. Escusado será dizer que é de conteúdo 100% Indie.

2. Play Indie Games (PiG), é um blog escrito em português “dedicado aos poucos brasileiros que realmente gostam dos Indie Games”. A ultima entrada data de setembro de 2011, no entanto ainda existe um diretório agradável de posts que valem a pena ler.

3. IndieGames.com, é provavelmente a primeira opção após procura no google por “Indie Games”. É um Weblog constantemente atualizado e completo.

4. Indie Statik, é uma comunidade dedicada à divulgação dos jogos Indie:

With a burning passion for the heart and souls that go into these creative games, we share with you a common interest and aim to provide all of the latest news as well as the most interesting and entertaining stories you’ll hear in this beloved niche of ours.

5. the Indie Game Database (TIGdb), é uma enorme base de jogos Indie com informação detalhada de cada jogo.

6. the Independent Games Festival, como o nome indica é um festival destinado a premiar o que de melhor se tem feito nesta área.

7. A BAFTA (British Academy of Film and Television Arts),  “supports, promotes and develops the art forms of the moving image – film, television and video games – by identifying and rewarding excellence, inspiring practitioners and benefiting the public.” Nos British Academy Games Awards, têm sido premiados grandes pequenos títulos.

8. Indie Game Challenge, é mais um certame que premeia jogos independentes.

9. NordicGame, é uma conferência que neste maio de 2013 terá a sua 10ª edição e de à 4 anos para cá conta com o evento Indie Night.

Esta não é obviamente uma lista exaustiva, longe disso, até porque outros festivais mais generalistas, cada vez mais apostam em categorias para premiar jogos Indie. No entanto, este já pode ser um pontapé de saída para quem se interessa por jogos Indie e convido a quem quiser contribuir para esta listagem a enviar mensagem ou deixar comentário.

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Dois Blogs que vale a pena seguir

Ultimamente tenho reduzido a minha presença na blogosfera, ou melhor no Jogos, Música, Acção, já que tenho andando por “aqui” mas envolvido noutros trabalhos e projetos.

Um destes projetos, já aqui referido é o Meia de Rock, que ocupou algum tempo nestes dias de arranque. Como as coisas se começam a compôr, graças a todos os intervenientes no projeto, pretendo recuperar a “assiduidade” no Jogos, Música, Acção ou, como é referido pelo pessoal mais chegado que me segue, “Lazarilho“. Aproveito para explicar(assim podem parar de me perguntar):

  1. Utilizo Lazarilho para endereço, porque o nome do Blog tem vários caracteres especiais ( não gosto nada de dar endereços e dizer “c” em vez de “ç”).
  2. Lazarilho por sua vez é uma alcunha que surgiu após uma colega minha do secundário ter lido o livro “Lazarilho de Tormes“.

Narrativa anônima do século XVI, Lazarilho de Tormes é um marco no panorama da literatura universal, sendo considerado o fundador do romance picaresco. Divertida e por vezes comovente, a história do garoto Lázaro e de sua luta pela sobrevivência possui também um alto teor de crítica social, o que fez com que o livro fosse proibido pela Inquisição.

Feitas as explicações vêm as sugestões.

Usando a expressão do João Cordeiro, sou cúmplice do Meia de Rock, juntamente com ele e com o Hugo Gonçalves e à parte, tal como eu, também eles dedicam algum tempo aos seus blogs pessoais, o Figura de Estilo e o Discorrências respetivamente.

Discorrências de Hugo Gonçalves

Sendo um homem das Ciências da Comunicação, João Cordeiro explora e expõe em Figura de Estilo vários artefactos da comunicação e cultura, como Fotografia, Música, Cinema, e outras formas de arte em geral. Geralmente os seus posts vêm acompanhados  de uma breve descrição, objetiva, típicamente jornalística, cunhada pelo seu próprio estilo noticioso. A exceção à regra acontece em algumas fotografias de autor, como que seguindo à letra a máxima ” uma imagem vale mais que mil palavras”.

Discorrências transcreve o gosto musical ecléctico de Hugo Gonçalves. Mesmo conhecendo-o à anos, consigo ser sempre surpreendido pelas suas descobertas musicais e pela sua capacidade de estar sempre em cima do acontecimento e das novidades promissoras. O seu Blog é mais recente pelo que ainda (realço o ainda) não tem muita coisa. Mas o que tem é de extrema qualidade e devorei num ápice.

São blogs diferentes, de autores diferentes, mas certamente duas “publicações” a seguir.

ColorAdd, cor para todos

O designer Português Miguel Neiva, projetou e desenvolveu um código de cores universal que vai permitir aos daltónicos distinguirem as cores. Chama-se ColorAdd e, de acordo com a revista Galileu, está listada como “uma das 40 ideias que vão mudar o mundo”.

ColorAdd é um código gráfico monocromático, sustentado em conceitos universais de interpretação e desdobramento de cores, que permite aos daltónicos identificá-las correctamente.

O código, já em utilização pela tintas CIN e pelo sistema de metro da cidade do Porto, traz beneficios para áreas como a educação, saúde, transportes, moda, etc, é um excelente exemplo de como combinar criatividade com inclusão social. É uma prova de que há espaço para inovação e empreendedorismo social, e acima de tudo (desculpem-me pelo egoismo), apraz-me a ideia de ser um “produto” made in Portugal.

Espero que a aposta de Miguel Neiva nos Jogos Olímpicos 2016, no Rio de Janeiro seja ganha e ajude a projetar o ColorAdd para o mundo (que melhor plateia de promoção, do que a prova rainha do desporto?).

Existe uma aplicação para iPhone já disponível na AppStore, e brevemente estará presente também na Google play. Esta aplicação permite identificar as cores com o código ColorAdd, através de captura de imagem.

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Falar de música em açoreano!

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A partir de hoje, os amantes da música podem aceder ao magazine online Meia de Rock . O Meia de Rock é :

Espaço de divulgação musical que pretende dar a conhecer não só o que há de novo e interessante mas também o percurso dos grandes nomes do mundo da música.

in facebook.com/meiaderock

É um projeto de Comunicação Multimédia Açoreano, exclusivamente direccionado para as artes musicais. Inicialmente o Meia de Rock era um programa de João Cordeiro e Lázaro Raposo para uma rádio online, a Radio Marcante. O conceito do programa era, em Meia hora fazer um relato, uma apreciação e contextualização histórico-cultural de álbuns, músicas e artistas mais ligados ao rock, daí a origem do nome.

Com a adição de Hugo Gonçalves, o trio decidiu recriar o Meia de Rock num formato mais livre e mais abrangente.

Um espaço informativo e de opinião a seguir atentamente.

DICE Summit

DIC

Hoje arrancou o DICE Summit 2013 na cidade de Las Vegas. A cimeira DICE [Design, Innovate, Communicate, Entertain] atinge a sua 12ª edição e é-nos apresentada pela the Academy of Interactive Arts & Sciences® (AIAS).

The mission of the AIAS is to promote and advance the worldwide interactive entertainment community; recognize outstanding achievements in the interactive arts and sciences; and host an annual awards show, the D.I.C.E. Awards, to enhance awareness of the interactive art form.Other special programs and initiatives led by the AIAS also include the prestigious D.I.C.E. Summit.

AIAS-Logo

Durante os próximos 4 dias será discutido, pelos maiores game designers, grandes editores e produtores a nível mundial, o estado atual da industria dos videojogos, . Quais as tendências, progressos, investigações e desenvolvimentos. Haverá ainda lugar para os mais criativos apresentarem as suas ideias no Indie Game Challenge e a atribuição dos DICE Awards. A cerimónia ocorrerá dia 7 de fevereiro, no ultimo dia do Summit, e terá live streaming para quem quiser acompanhar, the Walking Dead e Journey estão nomeados para jogo do ano. Certamente há mais, mas acho que ficarei desiludido se o vencedor não sair destes dois.

The presentations at the annual DICE Summit are meant to  be something like the videogame industry’s version of TED talks, big-think speeches meant to inspire gamemakers with new ideas. 

Chris Kohler, Wired

No cartaz de oradores, onde em edições anteriores já passaram nomes como Todd Howard, Gabe Newell e verdadeiras lendas vivas como Shigeru Miyamoto e  Stan Lee,   figuram este ano Jesse Schell, Petri Jarvilehto, Phill Larsenn, Dann Connors, entre  muitos outros. Uma espécie de Woodstock dos videojogos que,  não tendo o carisma e expressão do E3, não deixa de ser muito interessante( quiçá até mais), até porque a própria natureza dos eventos difere. A seguir.

Steve Jobs: a biografia

 

Estou a acabar de ler a biografia de Steve Jobs por Walter Isaacson ( sim, eu leio mais que um livro em simultâneo)!

A par dos grandes feitos que Steve Jobs alcançou, esta biografia põe a nú a personalidade sui generis, o seu temperamento irascível, que marcou todas as pessoas que conviveram pessoalmente e profissionalmente com o fundador da Apple e da Pixar. Aliás o próprio Steve Jobs que sempre gostou de dominar e controlar tudo à sua volta, prometeu a Walter Isaacson não se intrometer no seu trabalho, o que só valorizou esta biografia pela sinceridade que a mesma aloja.

Biografia-de-Steve-Jobs3

Esta é a melhor característica desta biografia. Sinceridade, por mais embaraçosa que seja. Steve Jobs foi um grande visionário, um génio do produto [ler o livro para perceber melhor esta afirmação], um grande comunicador e motivador. Steve Jobs inovou onde se pensava que não havia espaço para inovação, criou arte com dispositivos elétricos até então feitos para serem funcionais e não bonitos, e viu as coisas como um todo e não a soma das partes.

Innovation distinguishes between a leader and a follower, Steve Jobs

Isaacson expõe esta faceta criativa e empreendedora de maneira transparente, recolhendo testemunhos de rivais de Steve Jobs (alguns dos melhores elogios partem do próprio Bill Gates). Mas também mostra que era uma pessoa de trato difícil, que tendia a ignorar factos simplesmente porque estes não lhe agradavam e recorria frequentemente ao seu campo de distorção da realidade [ler o livro novamente].

Todo o percurso de Steve Jobs, desde a fundação da Apple, o seu despedimento, passando pela criação da NeXT e PIXAR e regresso à Apple, está minuciosamente relatado no livro.  As suas relações pessoais e profissionais com as pessoas que o rodearam nestes anos, as suas grandes criações e todo o processo que envolveu. E acima de tudo, as suas intransigências e atitudes extremistas em relação aos outros. Jobs classifica as pessoas como sendo estúpidas ou brilhantes, e consegue ser bem cruel para com quem considera estúpido.

Este reverso da medalha, que é a personalidade de Jobs, só reforça o que ele é: um ser humano.  Como os outros? Não diria tanto, até porque o que ele conseguiu só está ao alcanço de poucos, mas acredito que este seu lado pior foi parte integral e essencial para moldar o seu génio criativo que nos trouxe o iPod, o iPhone, iTunes, a Apple em geral, assim como a PIxar que nos tem brindado com grandes obras de animação. Este é o legado de Steve Jobs, não o seu comportamento temperamental.

 

José Rodrigues dos Santos, o Dan Brown Português!

 

Sou um apreciador de José Rodrigues dos Santos(JRS)! Como pivot de telejornal naturalmente que foi uma cara que se tornou familiar e bem vinda nas casas de todos nós, mas digo isso essencialmente pelo seu trabalho como escritor.

A sua mais recente obra intitulada “A mão do diabo” é a décima obra de ficção do autor, 10 após depois de ter lançado “A ilha das trevas” o que dá uma média de uma publicação por ano. Nada mal!

À semelhança dos seus romances anteriores, JRS mistura ficção com factos históricos reais, para fundamentar as ideias e teorias explanadas aos longo da narrativa, que tem como protagonista o já habitual historiador português Tomás Noronha. Não vou desvendar mais até porque ainda estou no início, mas fica dada a sugestão de uma boa leitura portuguesa!

A-MÃO-DO-DIABO-FINAL

Digo boa leitura porque já li todos os livros de JRS e devo dizer que o homem sabe contar uma história. Não é nenhum Saramago obviamente, mas aprecio claramente o estilo de JRS até porque, além do divertimento, aprende-se muito sobre a história de Portugal e não só.

É um escritor que consegue apelar ao nosso patriotismo (aconselho ler o Codex 632), e eu gosto de “sentir Portugal” em qualquer obra de ficção, seja num livro ou num filme [ tenho de importar este conceito para os jogos]. Mas de todos os seus romances, sem dúvida que A fórmula de Deus é o meu preferido. É o livro com melhor climax que já li! Folheava todas as páginas com a curiosidade de finalmente saber qual seria essa fórmula, pensava e re-pensava em várias soluções e fui completamente surpreendido no final. E atenção, que mesmo sendo ficção, a “sua fórmula”  dá que pensar! É algo que consigo considerar que possa acontecer.

Outro grande livro é  A filha do Capitão. A princípio evitei lê-lo pois o título sugeria-me algo tipo E tudo o vento levou, mas não. É um romance que retrata bastante bem a participação portuguesa na 1ª Guerra Mundial, como Portugal(os nossos soldados principalmente)  viu e viveu a guerra e como os nossos aliados nos viam.

José Rodrigues

No entanto, confesso que não gostei muito do Ultimo Segredo, não sei se foi a falta de criatividade ou a vontade de tentar levantar alguma polémica ( que no meu entender também não houve). Mas 1 em 9 não estraga a média, e é com o mesmo entusiasmo que li os outros que estou a ler A mão do diabo.

Para finalizar, e contradizendo o título do artigo, na contracapade A mão do diabo pode ler-se:  Melhor que Dan Brown (Tros Nieuwsshow, Holanda)…e não foi um Português a dizê-lo!

Os 25 jogos mais aguardados de 2013

 

Recebi um email com um artigo da CNET com uma lista dos 25 jogos mais aguardados para 2013!

É difícil concordar com todos os jogos mencionados na lista. É difícil encontrar no mundo duas pessoas que concordem com todos os jogos desta lista, aliás disse isso mesmo a quem me enviou o artigo. É fácil de perceber, contudo, que essa lista não satisfaça todos os jogadores. Temos jogos dos mais variados géneros, desde luta a survival horror, passando por plataformas até simulação. Com esta discrepância é natural que optemos pelos jogos que nos satisfaçam mais como jogadores.

Pessoalmente,o meu mais aguardado para 2013 já falei sobre ele aqui à dias (sim, estou mesmo ansioso por the Cave!). No entanto, desta listagem gostaria de salientar alguns títulos como:

Injustice:Gods Among us

É difícil não estar expectante em relação a um jogo que nos é trazido pela Netherrealm Studios, o mesmo estúdio que nos trouxe Mortal Kombat. Para os fãs de MK, este poderá ser um must have.

SimCity

O clássico simulador está de volta. Melhor que nunca e com novas mecânicas, nunca fui um grande fã de SimCity, mas este promete ser uma porta de entrada para a série.

Por fim, uma palavra muito especial para:

The Last of Us

O The Last of US chega-nos pela mão da naughtydog, (os responsáveis pela série Uncharted)e transporta uma carga dramática digna de um filme.

É um jogo que sabe trabalhar as emoções humanas. Os seus personagens Ellie e Joel, são o foco da história e têm de sobreviver num mundo pós-apocalíptico [Como eu adoro este conceito!!] pejado de Infetados e de humanos hostis. O conceito está mais que visto, mas a forma como é abordado e como a narrativa está construída é o principal motivo para ser um grande candidato aos VGA’s 2013 (vai uma aposta?).  Tecnologicamente, bem, o The Last of Us é um jogo da próxima geração de consolas a sair na atual. É um “tudo bem feito”.

[NOTA- Na revisão de literatura para a minha tese,li  no livro de Erik Bethke ” Game Development and Production” que a Blizzard era um case study de como ser bem sucedido na industria dos videojogos, como a Blizzard sabia fazer bem as coisas. O livro é de 2003, e se Bethke escrever um em 2013, poderia dizer o mesmo em relação à NaughtyDog.]

E com isso, Bom Natal para Todos e bons jogos para 2013!

Descubra o assassino

 

Recentemente participei num inquérito sobre as diferenças cognitivas entre jogadores de videojogos assíduos e não assíduos. Este inquérito estava a ser feito no âmbito de trabalho de pesquisa para a Unidade Curricular de Psicologia Cognitiva do Mestrado em Ciência da Informação, uma joint venture entra as faculdades de Letras e Engenharia da Universidade do Porto.

Neste inquérito, depois de uma série de questões sobre hábitos de jogo e hábitos de estudo e arrumação, foi pedido que resolvesse um “pequeno problema”. É este problema que gostaria de partilhar com vocês. Não é nada de original, há um sem número de desafios destes para exercitar a mente, mas confesso que me senti surpreendido quando me deparei com este problema no meio do inquérito:

Cinco escritores de romances policiais acabaram de enviar os seus últimos romances para as editoras.
Sabe-se que:
-Nem o mordomo nem o canalizador cometeram o crime (que ocorreu em Brighton) por causa de uma herança.
-O assassinato por vingança não ocorreu em Fishguard nem em Dunoon.
-O artista não matou o sócio (que também não foi a vítima da vingança nem foi o assassinado devido a uma luta pelo poder).
-O dentista assassinou um primo (mas não o fez por vingança nem por amor) em Halifax.
-A irmã não foi assassinada em Brighton nem em Fishguard; e a vítima de Fishguard não foi morta por causa do amor de alguém.
-O mordomo não matou o seu sócio.
-No romance em que o solicitador cometeu o homicídio, o motivo foi a luta pelo poder, mas não envolveu a morte de um amigo.
-Alguém morreu por chantagem.
-Em Grantham também ocorreu um homícidio.
-Morreu uma mãe.

Descubra quem matou quem, por que motivos e em que locais.

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Para os gamers que apreciam um bom desafio intelectual, podem deixar os comandos e o digital de lado e tomar notas com uma folha e lápis para tentar resolver o problema, à boa maneira de Sherlock Holmes ( digo isso pois duvido muito que o Watson já tivesse acesso aos iPads na altura).

Em relação ao inquérito em si, solicitei os resultados finais, se tiver acesso aproveitarei para publicar neste espaço.

Games AID

 

A industria dos videojogos não é só diversão, e não me refiro aos serious games, isso fica para outras núpcias.

Refiro-me sim à organização Games AID. A Games AID é uma organização que visa angariar fundos para crianças e adolescentes desfavorecidos em nome da industria dos videojogos (empresas e jogadores). Os fundos destinam-se para a educação, saúde, habilitação social e também poderão ser canalizadas para orientação de carreira e desporto.

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Como podemos contribuir? Há várias formas e inclusive pode-se apresentar novas ideias, mas tratando-se de uma organização do Reino Unido, o melhor contributo que nós Portugueses poderíamos fazer seria comprar jogos e outro merchandising alusivo ao gaming na GamesAid eBay Store.

Há de tudo um pouco, desde um Connor Kenway (protagonista do Assassins Creed III) em tamanho real por 382€ passando pelas clássicas T-shirts até às botas de Gareth Bale. E claro, jogos, muitos jogos.

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Connor Kenway – ACIII

 Para quem costuma comprar os seus jogos no ebay, agora tem uma motivação extra. E o Natal já começa a aparecer no horizonte.